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Família Doria
Desde: 01/05/2001      Publicadas: 10      Atualização: 21/04/2002

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 Nossa história
  05/05/2001
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Também descendemos do Caramuru :)
Descendemos do Caramuru (Diogo Alvares, o galego) através de duas de suas filhas, Genebra Alvares e Apolônia Alvares. A linha através de Apolônia está aqui.
Parentesco ao Caramuru.

1. DIOGO ALVARES Caramuru.
Provavelmente nasceu ao norte de Portugal, talvez perto de Viana do Castelo, cerca de 1490. Naufragou no Brasil em 1509, nos baixios do Rio Vermelho, em Salvador, na Mariquita de hoje. Esteve em 1528 na França, em Saint Malo, quando é batizada Katherine du Brézil, reconhecida como sua mulher legítima. Morre em Salvador em 5 de Outubro de 1557, e está enterrado (segundo fr. Jaboatão) na antiga igreja do Colégio dos Jesuítas, hoje catedral de Salvador, provavelmente ou na cripta dos Gil de Araújo, ou na campa dos Guedes de Brito. Casou com: KATHERINE DU BRÉZIL ou Catarina Caramuru, ou A Caramurua. Katherine du Brézil, ou Catarina Caramuru, como a ela se referem textos contemporâneos (o nome Paraguaçu que lhe dão depois é fabuloso), teria nascido cerca de 1515, se houver casado com Diogo Alvares recém-púbere, como era costume entre os Tupi, e morreu em Salvador em 26 de Janeiro de 1587, sempre segundo fr. Jaboatão (embora haja conflito entre essa data e a da “doação de Catarina” à igreja da Graça). Está enterrada na igreja da Graça, em Salvador, em campa reformada em fins do século XVIII pelos Pires de Carvalho e Albuquerque. Pais de:

2. APOLONIA ALVARES.
Filha de Diogo Alvares, o Caramuru, e de sua mulher Catarina Alvares, c.c. João de Figueiredo Mascarenhas. N. em Faro (Algarve), 1537 (já que Jaboatão o diz com 12 anos em 1549). Chamado o buatacá, de mboy-tatá, cobra-de-fogo. Fidalgo cavaleiro em 1567. Pais de:

3. MÉCIA DE FIGUEIREDO MASCARENHAS.
Ý18.8.1614. C.c. Manuel Correia de Brito, possivelmente irmão de Sebastião de Brito Correia, ao lado, filhos de Aires Nunes e Brites Correia. Pais de:

4. VIOLANTE DE ARAÚJO.
C.c. Francisco Fernandes Pacheco, filho de Gaspar Fernandes da Fonseca e de Mécia Pacheco de Barbuda, filha única de Francisco de Barbuda e de Beatriz Pacheco. Tiveram dois filhos, [i] Francisco Fernandes Pacheco, 2o. do nome, irmão da Santa Casa em 1671, solteiro; e [ii] Luiza Pacheco, casada com Bartolomeu de Vasconcellos “o má pele,” um dos assassinos de Francisco de Barbuda, supracitado. c.g. Segue esta.

5. LUISA PACHECO.
Casou com Bartolomeu de Vasconcellos, “o má pele.” Cúmplice do pai no assassinato do Barbuda, acabou casando maduro com uma bisneta de sua vítima, Luiza Pacheco, descendente do Caramuru, filha do capitão Francisco Fernandes Pacheco e de Violante de Araújo.

6. D. MARIA DE VASCONCELLOS.
Bat. em Cotegipe em 27.9.1637. C.c. Mateus de Aguiar de Áltero, bat. em Cotegipe em 29.8.1624, filho de Custódio Nunes (suspeito de ser cristão-novo, sr. de engenho) e de Ana de Figueiró (filha de Cristóvão de Aguiar de Áltero II e de Isabel de Figueiró).

Dos dez filhos que tiveram, citamos:
—João Álvares de Vasconcellos. Segue.
—D.Maria de Vasconcellos. C.c. Manuel Gomes Dias. Uma de suas filhas, D. Ana Maria de Jesus e Vasconcellos, c. em 4.12.1726 na capela da família de N. S. da Piedade, no Carmo, com Manuel da Rocha Doria. C.g.—Costa Doria, Lucatelli Doria, Araújo Goes.

7. JOÃO ALVARES DE VASCONCELLOS.
Doutor em cânones, médico no presídio (fortaleza) de Salvador em 1693, desembargador da relação da Bahia. C.c. D. Antonia Teles de Meneses, sobrinha do infamado alcaide-mor Francisco Teles de Meneses. Está enterrado na Capela de N. S. da Piedade sob uma pedra armoriada com suas armas. Pais de:

8. D. ANGELA DE MENESES.
C.c. Luiz Carneiro de Meneses, capitão-mor, filho de Antonio Carneiro da Rocha (que estudou em Coimbra de 1678 a 1687), e de sua mulher D. Inacia de Meneses e Castro; por esta neta de Francisco de Abreu da Costa Doria e de sua mulher D. Ana de Meneses e Castro, dos Dias de Meneses, Castro do Rio e Ximenes de Aragão; e bisneta de Fernão Vaz da Costa Doria, casado em 1648 com D. Inácia de Azevedo, irmã do Pe. Antonio Vieira. Filha:

9. D. FRANCISCA XAVIER DE MENEZES DORIA.
C. após 1762 c. o primo (filho de Manuel da Rocha Doria, supra), o cel. José Luiz da Rocha Doria (1730-1796), de quem foi a segunda mulher. Entre outros tiveram a filha:

- D. Teresa Mariana. Solteira em 1806, está em 1809 casada com Manuel Joaquim da Costa Doria (c. 1775 - após 1843), com o nome de D. Teresa Sebastiana. Pais de José da Costa Doria (1809 - 1871), casado com D. Helena Bernardina de Souza Mendonça, sua prima, dos `judeus de Itapicuru.'
  Autor:   Francisco Antonio Doria


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